Em busca de “likes” – O envio de nudes na infância e adolescência.



 Em busca de “likes” – Para dar aquela ajudinha básica a EBE Objetivo listou 5 perguntas principais sobre esse tema que podem auxiliar os pais.

Likes, fama instantânea, prestígio entre os colegas, o amor de uma garota ou de um garoto, ser aceito em um grupo. Esses podem ser alguns motivos que levam a criança e adolescentes a enviar nudes, o que é “perfeitamente justificável” para ele ou ela e uma baita preocupação para os pais.


Por que isso acontece?


   Vivemos na era do imediatismo, onde tudo é registrado de maneira muito prática graças ao advento da tecnologia e dos dispositivos móveis, sendo assim, o celular permite que o jovem capte todos os momentos do seu dia a dia e até aqueles mais íntimos, daí entra uma linha muito tênue no que diz respeito a necessidade do aparecer e como isso influencia inclusive na sexualidade e no emocional da criança que tira uma selfie ou envia uma foto sem roupa em busca de likes. Os pais precisam ter muita atenção no conteúdo gerado pelos filhos, afinal, eles têm o mundo nas mãos e esse excesso de poder é extremamente perigoso, dar a orientação adequada é fundamental para que as crianças façam boas escolhas.

Como tocar no assunto com meu filho?


   Para dar aquela ajudinha básica a EBE Objetivo listou 5 perguntas principais sobre esse tema que podem auxiliar os pais na hora de instruir os jovens e também influenciá-los de modo positivo a refletir sobre esse assunto tão relevante atualmente.

   

1- A internet não guarda segredos: Vale a pena?




   Pode parecer óbvio, mas o seu filho não tem a real dimensão disso. No mundo dele tudo é possível, até ele cair em uma cilada. Pegue casos de pessoas famosas que foram expostas, mostre, converse sobre o assunto e sobre a escolha errada daquela pessoa ao compartilhar fotos íntimas. Faça perguntas do tipo: Como você acha que essa pessoa está se sentindo agora? O que você acha que ela poderia ter feito diferente? Você acredita que ela agiu por impulso? Valeu a pena?


   2- Eu me sentiria desconfortável se alguém visse essa foto?



   Ensine o seu filho a não publicar algo que ele não possa colocar em uma postagem pública e a sempre se perguntar: Eu sentiria vergonha se alguém visse isso? Se a resposta for sim, então opte por não publicar.



 3-  Isso prejudica alguém, inclusive a mim mesmo(a)?




   Sempre antes de publicar uma foto de alguém ou dele mesmo peça para o seu filho se colocar no lugar daquela pessoa e depois se perguntar como se sentiria se algo parecido acontecesse com ele.


   Ao publicar essa foto, quem eu prejudico? Eu gostaria de ter uma foto desse tipo publicada? Existe a autorização da outra pessoa para eu publicar essa foto? Peça para ele se colocar no lugar dos diversos personagens de uma história como esta: A) Do adolescente que vai postar a própria foto, onde prejudicado será ele mesmo; B) Do adolescente que manda a foto, porque ele impactaria não só a vida dele, mas de outra pessoa; C) Do adolescente que é inserido em um grupo secreto e recebe foto de terceiros, como ele se sentiria no lugar daquela pessoa da foto?

      4- O que eu ganho postando essa foto?



Curtidas, fama instantânea, prestígio entre os colegas, empoderamento, status, o amor de uma garota ou de um garoto, ser aceito em um grupo. Essas podem ser algumas respostas e elas existem sim na cabeça do seu filho. Se o seu filho tiver a consciência do que o leva a querer tomar tal atitude, ele pode lutar contra isso e pode pedir ajuda. Deixe sempre o canal de comunicação aberto entre vocês para que o seu filho não sinta medo de te contar caso receba um pedido assim ou uma foto de alguém.


5- O que eu perco tirando ou postando essa foto?



   Oriente o seu filho a sempre se perguntar também: Passados os minutos de fama, a paixão repentina, a aceitação no grupo, o que pode dar errado? Como eu me sentirei depois? Será uma sensação que vai se sustentar? Quem eu vou magoar? Quem eu vou ofender?

Não ensinamos escolhas para os nossos filhos decidindo por eles.

Falar frases do tipo: “Não me faça uma coisa dessas hein!” “Pelo amor de Deus não vai se meter em confusão” DEFINITIVAMENTE NÃO RESOLVE.


O QUE RESOLVE É CONVERSA! 


Para isso é preciso proximidade e aceitação por parte do seu filho.

Para protegê-lo é preciso orientar e isso é possível por meio de duas ferramentas: Informação e Conexão.


Você hoje se sente capaz de ter esse espaço para uma conversa sincera com o seu filho ou filha sobre esse assunto tão crucial?


PRECISANDO DE AJUDA PARA PREVINIR E MONITORAR?


   Nele você vai compreender o que são:


-Crimes contra a Honra

-Como lidar com casos de racismo

-Cyberbullying e pedofilia

-Quais as principais ferramentas para controlar o uso da internet pelos jovens.

Comece AGORA a proteger seus filhos!

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